Ultimate Technology – Microchip: A tecnologia “invisível”

Publicado: 05/02/2013 em Ultimate Technology

Smatphones, tablets, computadores, navegadores GPS, cartões de banco, esses são apenas alguns exemplos de equipamentos de alta tecnologia que as pessoas usam diariamente. O que eles têm em comum? Usam microchip.

A inteligência artificial parece ser realmente o futuro da tecnologia. Cientistas estão cada vez mais próximos de desenvolver máquinas que possam exercer a função de raciocinar e agir por conta própria. Mas tanta tecnologia sempre vai depender de um componente inventado há mais de meio século, o microchip. Invenção considerada tão importante quanto a eletricidade, o telefone, etc.

Este objeto é um circuito eletrônico miniaturizado, capaz de realizar milhões de funções diferentes, dependendo do objetivo para o qual foi construído, e por isso há inúmeros modelos diferentes. Quase todos os equipamentos digitais precisam desse sistema, seja de forma simples, como num relógio digital, ou complexo, como o de um computador de última geração.

Estes circuitos são compostos por diversos componentes eletrônicos, sendo que o principal é o transistor, responsável pela amplificação e chaveamento do sistema.

Eles são posicionados de acordo com a função que devem exercer, podendo existir milhares num único circuito, dependendo da função e da complexidade do projeto.

macro of micro

No cotidiano

O microchip foi inventado pelo americano Jack Kilby em 1958. Com o passar dos anos, a indústria foi aprimorando esse componente, tornando-o cada vez mais eficiente e barato, garantindo assim sua produção em larga escala.

Hoje o microchip está por todos os lados, fazendo com que essa tecnologia “invisível” faça parte do cotidiano das pessoas. A começar pelo despertar com um relógio digital; a geladeira com programação de lista de compras que avisa quando algum alimento acabou; o smartphone e o tablet que facilitam o trabalho, estudos e lazer; carros que reconhecem o condutor e fazem ajustes interno; painéis digitais por toda a cidade com propaganda e interatividade; e jogos de videogame com sensor de movimento que fazem tudo parecer real.

No Brasil

As pesquisas com o chip ou Circuito Integrado (CI) em solo brasileiro começaram no Instituto Tecnológico da Aeronáutica, em 1953, e no Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), na década de 1960. Mas o primeiro chip 100% nacional foi construído em 1971 pelo Laboratório de Microeletrônica (LME) da Escola Politécnica da USP.

O grande salto nesse segmento, no Brasil, aconteceu recentemente. Em 2008 foi fundado o Centro de Excelência e Tecnologia Eletrônica (Ceitec), que desenvolve chips com tecnologia nacional.

Trata-se da única fábrica de chips na América latina. Sua capacidade de produção é de 100 milhões de unidades por ano e o foco está na identificação por radiofrequência e outros equipamentos da comunicação sem fio.

Além disso, a fábrica produz chip para carros, contendo todas as informações de identificação do veículo. Mas o principal é o chip para rastrear rebanhos, que foi o primeiro a ser produzido e comercializado em grande escala no país.

A Ceitec também tem metas mais ousadas. De acordo com o superintendente de desenvolvimento de produtos e negócios, Reinaldo de Bernardi, além de suprir a demanda interna, a empresa terá condições de exportar chips, atendendo principalmente o mercado latino-americano.

No mundo

Em termos globais, uma das principais produtoras do microchip é a Intel. Desde 1971, esta empresa norte-americana produz parte dos microprocessadores mais potentes do mundo.

O futuro deverá ser ainda mais automatizado. Como podemos notar ao nosso redor, o desenvolvimento de novas tecnologias tem avançado rapidamente. Chips cada vez mais sofisticados e com capacidade de operação ampliada e mais rápida devem tornar a criação da inteligência artificial cada vez mais realidade.

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